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HÁBITO ou VÍCIO

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4

de Agosto de 2017

HÁBITO ou VÍCIO

 

Distinguir hábito de vício pode ser uma tarefa complicada, por ser difícil julgar os costumes de uma pessoa pelas atitudes tomadas no dia-a-dia. Por exemplo: uma pessoa tem o hábito de jantar em família, mas nada impede que eventualmente jante com os amigos do trabalho. Porém, parar de tomar aquela “cervejinha” depois do expediente é uma decisão bem mais difícil de ser tomada, e poderia ser enquadrada num vicio pela bebida. "O hábito é um condicionamento, a pessoa pode ou não fazê-lo. O vício não é fácil de deixar de fazer, passa a ser uma necessidade" descreve o psicólogo Jadir Lessa.

 

Escovar os dentes, por exemplo, é um hábito diário e necessário. Todo mundo sabe. Mas ninguém vai ficar desesperado caso aconteça o imprevisto de dormir fora, sem uma escova de dente por perto. Já o vício é uma necessidade e tem relação direta com a satisfação de um prazer. "O vício está ligado à dependência física ou psíquica. A pessoa pode até ter crises na falta do objeto ou situação de que seja dependente", relata a psicóloga Vera Soumar.

 

Habito é aquilo que você faz conscientemente, mas corre o risco de virar um vício, se o fizer impulsivamente e sem controle. Caso você necessite daquilo e lhe cause até um desconforto, uma dependência física ou psíquica, até para as coisas normais do dia-a-dia, então é vício.

 

Você tem um hábito de fazer uma oração ao entrar na sua empresa ou ao se levantar da cama pela manhã, mas não vai deixar de trabalhar ou de tomar seu café se não o fizer, então é apenas um hábito, diga-se de passagem, muito bom.

 

A impressão que tenho é que as pessoas admitem ter hábitos, mas não gostam de admitir que são viciadas em algo. Mas conheço muita gente viciada em chocolate, no futebol de final de semana, em correr na estrada, e tantos outros vícios considerados (pelos viciados) hábitos inofensivos. Conheço até fumantes que dizem que fumar não é um vício e que largam de fumar quando quiserem, e se justificam dizendo: “só não paro de fumar porque não quero”. E ser contrario à opinião destas pessoas, pode causar conflitos de proporções gigantescas.

 

 

"De nada adianta consumir tanta informação sobre o mundo em que vivemos, se ignoramos o infinito mundo interior que somos"          (autor desconhecido)

 

Pedro Mazine – Hipnólogo, Master Coach, Terapêuta holístico e proprietário da Mens Sana Desenvolvimento Pessoal – www.menssana.com.br